Projeto
nome: Aline Garcia Vicente, nº: 02, série: 3ºB, disciplina: Sociologia, nome da professora: Maria Cristina, projeto "Toligado na cultura". EE Nicola Mastrocola

Folclore
Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes, lendas, tradições e festas populares transmitidos por imitação e via oral de geração em geração.

História
O termo folclore (folklore) aparece pela primeira vez cunhado por Ambrose Merton - pseudônimo de William John Thoms - em uma carta endereçada à revista The Athenaeum, de Londres, onde os vocábulos da língua inglesa folk e lore (povo e saber) foram unidos, passando a ter o significado de saber tradicional de um povo. Esse termo passou a ser utilizado então para se referir às tradições, costumes e superstições das classes populares. Posteriormente, o termo passa a designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes, dando ao folclore o status de história não escrita de um povo.

À medida que a ciência e a tecnologia se desenvolveram, todas essas tradições passaram a ser consideradas frutos da ignorância popular. Entretanto, o estudo do folclore é fundamental de modo a caracterizar a formação cultural de um povo e seu passado, além de detectar a cultura popular vigente, pois o fato folclórico é influenciado por sua época.

No século XIX, a pesquisa folclórica se espalha por toda a Europa, com a concientização de que a cultura popular poderia desaparecer devido ao modo de vida urbano. O folclore passa então a ser usado como principal elemento nas obras artísticas, despertando o sentimento nacionalista dos povos.


Características do fato folclórico

Para se determinar se um acontecimento é folclórico, ele deve apresentar as seguintes características:

Tradicionalidade: vem se transmitindo geracionalmente.
Oralidade: é transmitido pela palavra falada.
Anonimato: não tem autoria.
Funcionalidade: existe uma razão para o fato acontecer.
Aceitação coletiva: há uma identificação de todos com o fato.
Vulgaridade: acontece nas classes populares e não há apropriação pelas elites.
Espontaneidade: não pode ser oficial nem institucionalizado.
As características de tradicionalidade, oralidade e anonimato podem não ser encontrados em todos os fatos folclóricos como no caso da literatura de cordel, no Brasil, onde o autor é identificado e a transmissão não é feita oralmente.

Campos do Folclore:
Música
Danças e festas
Linguagem
Usos e costumes
Brinquedos e brincadeiras
Lendas, mitos e contos
Crenças e superstições
Arte e artesanato

Música
Caracteriza-se pela simplicidade, monotonia e lentidão. Sua origem pode estar ligada a uma música popular cujo autor foi esquecido ou pode ter sido criada espontâneamente pelo povo. Observa-se a música folclorica sobretudo em brincadeiras infantis, cantos religiosos, ritos, danças e festas.

São exemplos:cantigas de roda; Ciranda cirandinha,acalantos; modinhas; cantigas de trabalho; serenatas;
cantos de velório; cantos de cemitério;

Danças e festas
As danças acompanham as músicas em vários rituais folclóricos, sendo as principais danças folclóricas brasileiras samba, baião, frevo, xaxado, maracatu, tirana, catira, quadrilha.

As principais festas são Carnaval, Festas juninas, Festa do Rosário e Congado.


Linguagem
As principais manifestações do folclore na linguagem popular são as seguintes:

Adivinhações: também chamados de adivinhas. Consistem em perguntas com conteúdo dúbio ou desafiador.

Exemplos de adivinhas

'O que é o que é???'

1. Está no meio do começo, está no começo do meio, estando em ambos assim, está na ponta do fim?
2. Branquinho, brancão, não tem porta, nem portão?
3. Uma árvore com doze galhos, cada galho com trinta frutas, cada fruta com doze sementes?
4. Uma casa tem quatro cantos, cada canto tem um gato, cada gato vê três gatos, quantos gatos têm na casa?
5. Altas varandas, formosas janelas, que abrem e fecham, sem ninguém tocar nelas?

Respostas:

1. A letra M
2. Ovo
3. Ano, mês, dia, hora
4. Quatro
5. Olhos



Parlenda: são palavras ordenadas de forma a ritmar, com ou sem rima.
Provérbios: ditos que contém ensinamentos. Dinheiro compra pão, mas não compra gratidão. A fome é o melhor tempero. Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão. Pagar e morrer é a última coisa a fazer.
Quadrinhas: estrofes de quatro versos sobre o amor, um desafio ou saudação.
Piadas: fatos narrados humorísticamente.
Piada ou Anedota é uma história curta de final geralmente surpreendente e engraçado com o objetivo de causar risos ou gargalhadas (ou sensação de) no leitor ou ouvinte. É um tipo específico de humor que, apesar de diversos estilos, possui características que a diferenciam de outras formas de comédia. Joãozinho é um nome genérico que se utiliza em piadas que envolvem um garotinho que faz perguntas ou comentários que provocam espanto em adultos. Esse é o nome utilizado no Brasil e em Portugal, mas esse contexto de piada também é utilizado em outros países. Há uma variação, que é Juquinha.

Os nomes mais populares são: Little Johnny (Estados Unidos), Jaimito (Espanha), Pepito (México), Vovochka (Rússia), Pepícek (República Tcheca), Pierino (Itália) e Toto (França).

Exemplo: O Joãozinho vai com sua irmã visitar a avó:
— Vovó, como é que as crianças nascem?
— Bem, as cegonhas trazem as criancinhas no bico, meus netinhos.
Joãozinho cochicha para a sua irmã:
— E aí, o que é que você acha? Contamos a verdade para ela?
Literatura de Cordel: livrinhos escritos em versos, no nordeste brasileiro, e pendurados num barbante (daí a origem de cordel), sobre assuntos que vão desde mitos sertanejos às situações social, política e econômica atuais.
Frases prontas: frases consagradas de poucas palavras com significado direto e claro.
Frases de pára-choque de caminhão: frases humorísticas ou religiosas que caminhoneiros pintam em seus pára-choques.
Trava-Língua: É um pequeno texto, rimado ou não, de pronunciação difícil.

Usos e costumes: Neste campo inclui-se ítens à respeito da alimentação, cultivo, vestuário, comportamento etc, de um povo de uma região.

Brinquedos e brincadeiras:Os brinquedos são artefatos para serem utilizados sozinho, como a boneca de pano, o papagaio (pipa), estilingue (bodoque), pião , arapuca , pandorga e etc.

As brincadeiras envolvem disputa de algum tipo, seja de grupos ou individual, como o pega-pega, bolinha-de-gude, esconde-esconde, etc.

Como por exemplo pipa: é um instrumento feio com papel seda, e hastes de madeira, contendo uma rabiola, fio com várias fitas, e outro fio, se empina a pipa para um lado onde houver vento, e a solta com a ajuda do vento e da rabiola ela sobe em direção ao céu. Mas cuidado: não use cerol.

Lendas, mitos e contos: Lenda é uma narração fantasiosa sobre um fato real. São exemplos de lendas brasileiras:Negrinho do Pastoreio(Sul);
A lenda do Uirapuru (Norte); A lenda da Nossa Senhora das Graças (Sudeste); A lenda da vitória régia;

Mito é uma história em torno de algo irreal, como:Boitatá, Caipora, Chupa-Cabras, Curupira, Mula-sem-cabeça, Ralã-barrão, Saci-Pererê.

Crenças e superstições
Sabença: sabedoria popular utilizada na cura de doenças e solução de problemas pessoais através de benzeduras.

Crendice: crença absurda, também chamada de ablusão.

Superstição: explicações de fatos naturais como consequências de acontecimentos sobrenaturais.

Arte e artesanato: Compreende uma ampla área, que se estende desde a culinária até o artesanato propriamente dito. Baseiam-se em técnicas rudimentares de produção e utilizam-se de matéria-prima natural como madeira, ossos, couro, tecido, pedras, sementes, entre outros.
Projeto Toligado na cultura
Aluna: Priscila Casagrande nº 28, 3º Colegial B, E.E. Nicola Mastrocola, Professora: Maria Cristina, disciplina de Sociologia

Cultura,Cultura de massa e Cultura popular

Cultura: O termo cultura suscita muitas interpretações. O velho e reconhecido dicionário Aurélio assim o define: Ato, efeito ou modo de cultivar. 2. Cultivo. 3. O complexo dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e doutros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade: civilização. 4. O desenvolvimento de um grupo social, uma nação, etc., que é fruto do esforço coletivo pelo aprimoramento desses valores; civilização, progresso. 5. Apuro, esmero, elegância. 6. Criação de certos animais, em particular os microscópicos.
Os seis grupos de significados que encontramos para definir o que é cultura nos mostra, de imediato, que o termo varia, sugerindo-nos que todas as acepções nele presentes são aceitas. Assim, cultura significa tanto os valores e padrões de comportamento de uma sociedade (3), como civilização, progresso (4) e, ainda, apuro ou elegância (5). Alguém definiu cultura, sob o prisma individual, como aquilo que permanece após ter-se esquecido tudo o que se aprendeu.
Transplantando tal conceito para o plano coletivo, poderíamos afirmar que cultura é o resíduo, imune à ação do tempo, dos conhecimentos - em sentido amplo - fundamentais dos povos. A cultura de determinada civilização vem a ser, portanto, o conjunto de seus valores e conhecimentos perenes.
Como se forma a cultura de um povo?
O termo cultura tem sua origem na agricultura, em razão da flagrante analogia entre as etapas do cultivo de um terreno e a formação da cultura humana.
Com efeito, a cultura de um terreno pressupõe sua limpeza de toda sujeira e ervas daninhas, a aragem e o cultivo dos vegetais desejados. A plantação deverá obedecer determinadas regras. Será preciso plantar, antes de mais nada, coisas úteis, eis que uma cultura de ervas daninhas será uma falsa cultura. Ademais, será necessário plantar em ordem, de maneira que, por exemplo, cada cereal esteja separado dos demais, a fim de que possa receber o tratamento que mais lhe convém.
Antes de mais nada, a boa cultura exige que se limpem as inteligências de todos os erros e falsas opiniões - ervas daninhas de nossas mentes - que comprometem tudo o que nelas venha a ser plantado. Após, será preciso "arar" nossas inteligências, habituando-as a pensar. Pois apenas estudar não significa adquirir cultura: há analfabetos mais "cultos" do que muitos eruditos.
Finalmente será chegado o momento de "plantar", ordenadamente, verdades úteis em nossa mente.
Não basta, portanto, ao ser humano estudar, mas é preciso, selecionar aquilo que se estuda e se guarda, de modo a se conhecer coisas úteis.
Uma lista telefônica, por exemplo, está repleta de informações verdadeiras. Todavia, nenhuma utilidade traria seu estudo. Se olharmos em torno de nós, veremos com surpresa quantos há que dispersam seu tempo e inteligência com absolutas banalidades.
Além de ter por objeto coisas úteis, a formação cultural exige que se observe determinada ordem no estudo, a qual hierarquize nossos conhecimentos de forma lógica.
Assim, temos que, a cultura da enciclopédia - que posiciona os temas de acordo com sua "ordem" alfabética, e não sua importância ou encadeamento lógico - não pode ser considerada verdadeira cultura. Pois a enciclopédia, vasta e superficial, pode ser comparada com um oceano que uma formiga atravessaria com água pelas patas...
Visto o processo de formação cultural - que, mutatis mutandis, se aplica também à formação da cultura dos povos - cabe responder à indagação acerca da possibilidade de existência de uma cultura de massa.
É fácil perceber, tendo em vista o ensinamento de Pio XII, que a resposta somente pode ser negativa, na medida em que a massa, por definição passiva, não é capaz de cultivar - "limpar", "arar", "plantar" -, por si mesma, o que quer que seja.
A pseudo-cultura de massa não passa, na verdade, de um oceano de imposições ditadas pelos meios de comunicação, muitas vezes identicamente destinadas às mais díspares regiões e povos.
Não é por outro motivo que as massas, sejam da América, Europa ou Ásia, apreciam e produzem a mesma arte, vestem as mesmas roupas, gostam das mesmas comidas. Não é por razão diversa que os estilos, as maneiras, as tradições, enfim, a cultura peculiar de cada povo vem dando lugar, em larga medida, a uma triste "standardização" universal.
Exatamente por não partir genuinamente dos povos, mas ser sempre uma imposição de cima para baixo, a pseudo-cultura se mostra indiferente e imune às profundas diferenças existentes, por exemplo, entre japoneses e italianos, ou entre norte-americanos e árabes: todos consomem os mesmos hamburgueres e coca-colas... Todos receberam a mesma falsa e estereotipada "cultura".

Povo e Massa: O Papa Pio XII, em sua mensagem de Natal de 1944, distinguiu os conceitos:
O povo, ensina o Pontífice, é formado por indivíduos que se movem por princípios. Ele é ativo, agindo conscientemente de acordo com determinadas idéias fundamentais, das quais decorrem posições definidas diante das diversas situações. A massa, ao contrário, não passa de um amálgama de indivíduos que não se movem, mas são movidos por paixões. A massa é sempre, e necessariamente, passiva. Ela não age racionalmente e por sua conta, mas se alimenta de entusiasmos e idéias não estáveis. É sempre escrava das influências instáveis da maioria, das modas e dos caprichos que passam.
Os indivíduos que compõem a massa jamais discordam da maioria. Pergunte a um jovem se conhece determinado cantor da moda, e ele terá imensa vergonha em confessar sua eventual ignorância. Em seguida, ele procurará conhecer tal cantor, decorar suas músicas (mesmo que na verdade não as aprecie), conhecer sua história. Somente então, sentir-se-á reconfortado, pois estará finalmente "como todo mundo". A inserção na massa lhe impõe que se vista como os outros, que coma como os outros, que goste do que gostam os outros.
Ser, pensar, agir, estar sempre, obrigatoriamente, "como os outros" é amoldar-se inexoravelmente a esse implacável "deus" chamado "todo mundo". É renunciar à própria individualidade, trocando-a pelo amorfo e medíocre "eu coletivo" da multidão.
Inserir-se na massa é socializar a si mesmo. A massa é, portanto, o povo degenerado.

Cultura de Massa: Cultura de massa é um conceito dos mais amplos, abrangendo, do carnaval ao rock and roll, do jeans à coca-cola, das novelas da televisão às revistas em quadrinhos, tudo, hoje, pode ser inserido no cômodo e amplo conceito de cultura de massa.

Cultura Popular: Algo totalmente diverso, porém, ocorre em relação ao povo. Este tem movimento próprio, guardando seus próprios princípios e movendo-se de acordo com eles. Ao povo é dado, portanto, formar sua própria cultura, reflexo evidente das idéias fundamentais que o movem.
Ao contrário da chamada "cultura" de massa, a cultura popular tem suas raízes nas tradições, nos princípios, nos costumes, no modo de ser daquele povo.
Desta forma, cada povo produz, por exemplo, uma arte peculiar, reflexo de suas específicas qualidades, necessariamente diversa das artes de outros povos. Assim, por exemplo, houve uma verdadeira arquitetura colonial brasileira - expressão de autêntica cultura de nosso povo -, muito diferente da arte de escultores de outros povos.

Bibliografia

FEDELI Orlando. "Cultura popular, cultura de elite, cultura de massa" .
MONTFORT Associação Cultural. FERREIRA, Aurélio B. de H. Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1980, p. 512.
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=cultura&lang=bra. Online, 27/11/2006 às 18:09h









publicação de alunos
Disciplina de Sociologia. Projeto "Toligado na Cultura". EE Nicola Mastrocola. Professora: Maria Cristina Bortolozo de Oliveira Martins. alunos do 3o. A: Bruno Braga nº 09, José Henrique nº 25, Leandro Guerra nº 27 e Glauber Catissi nº 23


Cultura a Paixão pelo Futebol e sua Historia


O futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Praticado em centenas de países, este esporte desperta tanto interesse em função de sua forma de disputa atraente.
Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos.
O futebol tornou-se tão popular graças a seu jeito simples de jogar. Basta uma bola, equipes de jogadores e as traves, para que, em qualquer espaço, crianças e adultos possam se divertir com o futebol. Na rua, na escola, no clube, no campinho do bairro ou até mesmo no quintal de casa, desde cedo jovens de vários cantos do mundo começam a praticar o futebol.
História do Futebol : origens
Origens do futebol na China Antiga
Na China Antiga, por volta de 3000 a.C, os militares chineses praticavam um jogo que na verdade era um treino militar. Após as guerras, formavam equipes para chutar a cabeça dos soldados inimigos. Com o tempo, as cabeças dos inimigos foram sendo substituídas por bolas de couro revestidas com cabelo. Formavam-se duas equipes com oito jogadores e o objetivo era passar a bola de pé em pé sem deixar cair no chão, levando-a para dentro de duas estacas fincadas no campo. Estas estacas eram ligadas por um fio de cera.
Origens do futebol no Japão Antigo
No Japão Antigo, foi criado um esporte muito parecido com o futebol atual, porém se chamava Kemari. Praticado por integrantes da corte do imperador japonês, o kemari acontecia num campo de aproximadamente 200 metros quadrados. A bola era feita de fibras de bambu e entre as regras, o contato físico era proibido entre os 16 jogadores (8 para cada equipe). Historiadores do futebol encontraram relatos que confirmam o acontecimento de jogos entre equipes chinesas e japonesas na antiguidade.
Origens do futebol na Grécia e Roma
Os gregos criaram um jogo por volta do século I a.C que se chamava Episkiros. Neste jogo, soldados gregos dividiam-se em duas equipes de nove jogadores cada e jogavam num terreno de formato retangular. Na cidade grega de Esparta, os jogadores, também militares, usavam uma bola feita de bexiga de boi cheia de areia ou terra. O campo onde se realizavam as partidas, em Esparta, eram bem grandes, pois as equipes eram formadas por quinze jogadores.Quando os romanos dominaram a Grécia, entraram em contato com a cultura grega e acabaram assimilando o Episkiros, porém o jogo tomou uma conotação muito mais violenta.
O futebol na Idade Média
Há relatos de um esporte muito parecido com o futebol, embora usava-se muito a violência. O Soule ou Harpastum era praticado na Idade Média por militares que dividiam-se em duas equipes : atacantes e defensores. Era permitido usar socos, pontapés, rasteiras e outros golpes violentos. Há relatos que mostram a morte de alguns jogadores durante a partida. Cada equipe era formada por 27 jogadores, onde grupos tinham funções diferentes no time: corredores, dianteiros, sacadores e guarda-redes.
Na Itália Medieval apareceu um jogo denominado gioco del calcio. Era praticado em praças e os 27 jogadores de cada equipe deveriam levar a bola até os dois postes que ficavam nos dois cantos extremos da praça. A violência era muito comum, pois os participantes levavam para campo seus problemas causados, principalmente por questões sociais típicas da época medieval.
O barulho, a desorganização e a violência eram tão grandes que o rei Eduardo II teve que decretar uma lei proibindo a prática do jogo, condenando a prisão os praticantes. Porém, o jogo não terminou, pois integrantes da nobreza criaram um nova versão dele com regras que não permitiam a violência. Nesta nova versão, cerca de doze juízes deveriam fazer cumprir as regras do jogo.
O futebol chega à Inglaterra
Pesquisadores concluíram que o gioco de calcio saiu da Itália e chegou a Inglaterra por volta do século XVII. Na Inglaterra, o jogo ganhou regras diferentes e foi organizado e sistematizado. O campo deveria medir 120 por 180 metros e nas duas pontas seriam instalados dois arcos retangulares chamados de gol. A bola era de couro e enchida com ar. Com regras claras e objetivas, o futebol começou a ser praticado por estudantes e filhos da nobreza inglesa. Aos poucos foi se popularizando. No ano de 1848, numa conferência em Cambridge, estabeleceu-se um único código de regras para o futebol. No ano de 1871 foi criada a figura do guarda-redes (goleiro) que seria o único que poderia colocar as mãos na bola e deveria ficar próximo ao gol para evitar a entrada da bola. Em 1875, foi estabelecida a regra do tempo de 90 minutos e em 1891 foi estabelecido o pênalti, para punir a falta dentro da área. Somente em 1907 foi estabelecida a regra do impedimento.
O profissionalismo no futebol foi iniciado somente em 1885 e no ano seguinte seria criada, na Inglaterra, a International Board, entidade cujo objetivo principal era estabelecer e mudar as regras do futebol quando necessário.
No ano de 1897, uma equipe de futebol inglesa chamada Corinthians fez uma excursão fora da Europa, contribuindo para difundir o futebol em diversas partes do mundo.
Em 1888, foi fundada a Football League com o objetivo de organizar torneios e campeonatos internacionais.
No ano de 1904, foi criada a FIFA ( Federação Internacional de Futebol Association ) que organiza até hoje o futebol em todo mundo. É a FIFA que organiza os grandes campeonatos de seleções ( Copa do Mundo ) de quatro em quatro anos. Em 2006, por exemplo, teremos a Copa do Mundo da Alemanha. A FIFA também organiza campeonatos de clubes como, por exemplo, a Copa Libertadores da América, Copa da UEFA, Liga dos Campeões da Europa, Copa Sul-Americana, entre outros.
História do Futebol no Brasil
Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil.
O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 15 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY.
O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888.
No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol.
Depois mais tarde veio a ser um negro o maior jogadores de todos os tempos. Edson Arantes do Nascimento (Pelé) encanta ainda hoje o mundo todo com suas grandes e maravilhosas jogadas.

“O futebol é o esporte mais miscigenado do mundo. Não só por causa de cada atleta, mas pela mistura da disputa, contato físico. Essa mistura democratiza e recria a beleza. Muda padrões. Depende, o cabelo arrepiado, o dentão, tudo isso vira um novo signo de beleza. O futebol permite que você seja tão bonito quanto o David Beckham ou Tevez”.

alunas: 36 e 11 do 3o. B. EE Nicola Mastrocola. disciplina: Sociologia. Profª Maria Cristina.

Os Indígenas


As tribos Tupi, Aruaque e Caribe:Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia). Atualmente, calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 etnias indígenas e 170 línguas. Porém, muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural.
As tribos horticultoras da área da floresta tropical do Brasil careciam no alto desenvolvimento tecnológico e da complexidade social atingidos pelas civilizações andinas e meso-americanas e, mesmo, pelas chefias centralizadas da região circuncaribe. Estavam divididas em muitas famílias lingüísticas das quais as mais importantes eram a Tupi, a Aruaque e a Caribe.
Sob diversas designações, os Tupis-Guaranis (tupinambás) ocupavam no século XVI uma estreita faixa litorânea no Rio Grande do Sul ate o Paraná.
Em virtudes das migrações perseguições que sofreram do colono europeu, estão atualmente disseminados, em pequenos grupos, em todos os quadrantes do território nacional. Os principais traços das tribos horticultoras da floresta tropical são tanto de especialização ribeirinha como silvestre alguns deles com uns na região circuncaribe.
Como as mais importantes destacavam-se: casas de arcabouço de varas e cobertura de palha; canoas cavadas em troncos de árvores ;aldeias cercadas de paliçadas; lavoura de coivara, tendo como principais produtos a mandioca, o milho e a batata-doce; presença de cerâmica, cestaria, roupas de entrecasca de árvore e vários outros itens.

Pluma, tupi e cerâmica marajoara: as casas mais típicas da área da floresta tropical são grandes estruturas de planta circular ou oval, construídas com armações de madeiras e varas flexíveis amarradas umas as outras para formar o arcabouço, as maiores já estão se tornando raras, medem até 40m de diâmetro e 22m de altura e podem abrigar 250 pessoas.

Religião Indígena: Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas. O pajé era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que estas tribos acreditavam numa vida após a morte.


Línguas indígenas no Brasil
Línguas que se desenvolveram no Brasil há milhares de anos, com total independência em relação às tradições culturais da civilização ocidental. Atualmente existem cerca de 170 línguas indígenas no Brasil, faladas por aproximadamente 270 mil pessoas, concentradas sobretudo na região amazônica. Até hoje são conhecidos dois troncos lingüísticos (tupi e macro-jê), 12 famílias que não pertencem a nenhum tronco (caribe, aruaque, arawá, guaicuru, nambiquara, txapakura, panu, catuquina, mura, tucano, makú, yanomámi), e dez línguas isoladas, que não estão agrupadas em nenhuma família. A família mais numerosa do tronco tupi é a tupi-guarani, cujas línguas (19 no total) são faladas por 33 mil índios, localizados em sua maioria nas áreas de floresta tropical e subtropical.



Referencias

Enciclopédia Barsa

http://paginas.terra.com.br/arte/mundoantigo/indios/

http://www.suapesquisa.com/indios/
Trabalho de Sociologia de alunos do Ensino Médio
Nomes: Ana Luize de Souza, Nayara Haine Scheider, Ana Cláudia Jordão, Jaqueline Ignacio Antevere, Nº1,28,40,41, Serie:3ºC.Projeto: Tô Ligado na Cultura, Disciplina: Sociologia,
Responsavel: Profª Maria Bortolozo de Oliveira Martins.

Cultura Popular

Na década de 60 no Brasil inaugura um momento fértil de elaborações teóricas e práticas em torno da cultura. Para esses autores, os movimentos de cultura popular definem a cultura como resultado do processo da humanização da natureza em constante tensão das práticas solidárias contra as práticas de dominação.
O reconhecimento das diferenças entre como a cultura deve ser por princípio e como ela é na sociedade de classes faz emergir os movimentos de cultura popular.
Alguns movimentos superam na prática a idéia da cultura como produto feito, acabado, como uma coisa existente no mundo fora do trabalho social e da história. Hoje, desnuda-se a ideologia oficial que imagina a cultura brasileira como amálgama pacífico da mistura de três raças e que fecha os olhos às relações e conflitos de classes ali presentes.
Assim, os movimentos de cultura popular foram difusores de uma cultura crítica que se manifestou em obras literárias, artes cênicas e plásticas, cinema, temas de educação e alfabetização de adultos.Produzindo novos tipos de livros,teatros populares, reuniões coletivas de músicas populares e cinema ao alcance de todos (do povo).
As práticas de resgate do folclore podem se converter tanto em cultura popular como correm o risco de se converter em cultura de massa, ou seja o folclore era um bom valor tanto para Mobral e o projeto Minerva quanto para aqueles grupos que procuravam fortalecer os movimentos sociais urbanos e rurais.

“O trabalho com o povo se resume em fazer do outro um como nós, não um igual nós.”


Folclore Do Brasil

Uma demonstração de amor é a de reconhecer nosso país. Podemos fazer isso através do folclore que estuda a expressão do sentir, do pensar, do agir, do homem na sociedade em que vive. É difícil conhecer tudo, mas veja aqui algumas demonstrações do amor à nossa terra.

O Carnaval- Surgiu a partir da Guerra do Paraguai, era conhecido como O ENTRUDO, festa de origem européia. O primeiro baile de salão foi em 1840, no Rio de Janeiro.

A Festa do Natal- Foi o Papa São Telesforo, o nono sucessor de São Pedro, que regulamentou esta festa no ano de 138.
Ela não tinha data fixa, às vezes era celebrada em janeiro, às vezes em abril.Em 376, o Papa JúlioI fixou a data de 25 de Dezembro para a comemoração.

A Adoração Dos Reis Magos – Também não tinha data fixa.
Na Roma Pagã, comemorava-se a celebração do Tríplice Triunfo de Augusto César, o pacificador do império no dia 6 de Janeiro.
Por isso, a igreja escolheu este dia para comemorar a festa que celebra a manifestação da divindade de Cristo.

Festas Juninas – São comemoradas no inverno. Santo Antônio (13 de Junho), São João (24 de Junho) e São Pedro (29 de Junho).
A festa de São João é realizada na véspera de seu dia, geralmente gira em torno da fogueira que é acesa pelo dono da festa,logo que o sol se põe. Dançam-se quadrilhas,são realizados casamentos de roça, bebem-se cachaça e quentão.
A festa de Santo Antônio está quase extinta, mas a devoção ao Santo é muito grande. Ele é muito conhecido e invocado para ajudar em casamentos e coisas perdidas. Recebem estranhos castigos quando os pedidos não são atendidos. Um exemplo é quando colocam o Santo Antônio de cabeça para baixo dentro de um poço até que a graça seja alcançada.

Capoeira – A capoeira é uma dança e uma luta ao mesmo tempo. É uma defesa pessoal. Os escravos africanos a introduziram no Brasil. A capoeira pode ser:
- Luta mortal – com golpes mortais.
- Danças⁄brincadeira – onde se aprende nas academias ao som de cantos, berimbau, pandeiro, caxixi, palmas.. É formado um semicírculo e dois a dois entram na roda para lutar, cantando:

“Água de bebê-ê, camarada
Água de bebê,camarada
O galo cantô-ô
Cocoricó, camarada...”


Bumba-Meu-Boi – Nasceu provavelmente no Maranhão. É um drama em que o dono do boi, um homem branco, vê um homem negro roubar o animal. A mulher do dono do boi está grávida e com vontade de comer língua de boi. Por isso matam o boi e depois é preciso ressuscitá-lo. Existem três tipos:
A) O Boi-de-matraca – É o mais expressivo, todos os acompanhantes participam ao som de matraca, pandeiros e cantoria. B) O Boi-de-ilha – É o zabumba, acompanhado por ataques e tantans, é mais lento. C) O Boi-de-orquestra –Apresenta influencias modernas, não é tão puro.

O Frevo – É uma dança de alucinação coletiva, do carnaval pernambucano.
O famoso guarda-chuva dá equilíbrio ao passista, é símbolo de realeza.

A Lavagem Do Bonfim – O senhor do Bonfim é padroeiro do Brasil desde 1745. A lavagem do Bonfim é uma das maiores festas religiosas populares da Bahia, atualmente lavam-se apenas as escadarias. É realizada numa quinta-feira de janeiro. A festa dura até domingo à noite com muita roda de samba e capoeira.
Continua na segunda-feira no bairro da Ribeira e depois não pára mais, vão apenas mudando de bairro.

aluna: Camilla Andrea Damião, nº 04, 3º B, E.E. Nicola Mastrocola, Professora: Maria Cristina
Disciplina: Sociologia, projeto "Toligado na cultura"

A cultura grega

A cultura grega é baseada na busca da exploração da idéia do que foi afinal o “milagre grego”. Na cultura grega falarei sobre a filosofia, arte e teatro, onde é exatamente a superioridade da civilização grega, a qual abriu caminho ao pensamento racional que se desenvolveu ao longo dos séculos até a atualidade.
Os pensadores gregos refletia sobre a natureza e, desde Sócrates, sobre o próprio homem. Criaram assim a Filosofia, cujo o objetivo é procurar saber como o espírito humano funciona, sente e raciocina.
Os gregos também criaram o teatro com a tragédia e a comédia. No qual criticavam o
pensamento humano na sociedade daquela época.

A Filosofia: um dos traços mais característicos do espírito grego foi sua intensa curiosidade intelectual. Na Grécia os problemas do universo e do homem foram sempre um método de constante preocupação e, daí o desenvolvimento extraordinário atingindo pela filosofia grega.
A arte grega: mais do que qualquer povo o grego venerou a beleza, atingindo um grau de perfeição incomparável na suas concepções artísticas.

A abundância de mármore e o apurado senso estético dos permitiram-lhes uma arquitetura rica e harmoniosa. A linha reta era o elemento dominante, as colunas eram muito usadas nos templos e davam-lhes uma importância e uma elegância admiráveis.
Existiam três tipos arquitetônicos: o dórico antigo e simples; o jônico, caracterizado pela leveza e flexibilidade de suas linhas; e o coréntio, o estilo complicado e muito trabalhado.
O teatro grego: foi no período áltico ou ateniense que surgiu a poesia dramática da qual se originou o teatro. O verdadeiro criador da tragédia foi Ésquilo que criou o diálogo dramático e transformou uma simples narração no desenvolvimento de uma situação dramática que em determinado movimento atingia um clímax.
Outro grande nome do drama grego é Sófocles, dotado de profunda ironia, foi o criador dos cenários pintados.
Constituição do teatro grego: o teatro foi inegavelmente uma das mais belas manifestações da cultura grega, os atores gregos usavam máscaras providas de um ressonante bocal de cobre, e para realçar a estatura e possibilitar maior visibilidade por parte dos espectadores, usavam altos sapatos chamados coturnos. No teatro grego só representavam homens, que também faziam papéis femininos. Geralmente as apresentações duravam três dias e em cada uma delas eram levadas a cena três tragédias, uma sátira e uma comédia.

SOUTO MAIOR, A., Fonte: História Geral, Companhia Editora Nacional - São Paulo, Ano: 1969.

Projeto dos alunos da EE Nicola Mastrocola
Alunos:Giácomno Enzo Cinquarole Bellíssimo, Luís Augusto Bertolo, Rodolpho C. Factore, 3B. EE Nicola Mastrocola. Projeto “Tôligado na Cultura”

Contracultura

Contracultura é tudo aquilo que questiona uma atitude, discurso ou ideologia que envolve a comunidade em atitudes causadas por tal.
Temos (tivemos) muitos exemplos de contracultura como os punks, os hippies, os beatnicks, etc. Contracultura é ver o que acha que está errado e reclamar, reclamar pelo o que você acha certo, pode se dizer “tentar abrir os olhos alheios”, como tentavam fazer os Beatles nos anos 60.
Como exemplo de contracultura eu gostaria de citar o maior evento de todos os tempos, (pelo menos para mim) o nomeado Woodstock, nomeado assim por causa do dono da fazenda, foi o maior festival de sexo, drogas, rock´n roll e paz. Pessoas andando nuas em protesto a liberdade, algumas conseguindo sua própria “liberdade” nas drogas, mas o principal é que todos estavam ali pela paz.
Os Estados Unidos estavam passando por uma fase preocupante para a população, pois estava em guerra contra os vietnamitas. Essa foi uma das principais razões do festival, que procurava a paz mundial. Como na música dos Beatles escrita por John Lennon “Come Together” que implica principalmente como todos juntos, “todos iguais”, apesar da letra ter sido inicialmente pedida por um candidato a presidência da república na época ela foi mudada logo depois que o candidato foi preso por porte de maconha, logo Lennon mudou a letra para seu estilo próprio.
Hoje em dia, principalmente aqui no Brasil o principal estilo que contribui para a contracultura é o tropicalismo, que influência na Bossa Nova e na MPB.

Fonte: ADELMAN, Miriam. O reencantamento do político: interpretações da contracultura.
Rev. Sociol. Polit., June 2001, no.16, p.143-147. ISSN 0104-4478. Disponivel em: www.scielo.com.br



Projeto "Tôligado na cultura"
Nome:Débora Gisele Limeira, nº13, Michelly Menossi nº32, projeto “Toligado na Cultura”, disciplina de Sociologia, Professora Maria Cristina Bortolozo de Oliveira Martins. EE Nicola Mastrocola.


Cultura Popular

Nos séculos XVIII e XIX, destacavam-se nas cidades, que estavam se desenvolvendo e aumentando demograficamente, dois ritmos musicais que marcaram a história da MPB : o lundu e a modinha. O lundu, de origem africana, possuía um forte caráter sensual e uma batida rítmica dançante. Já a modinha, de origem portuguesa, trazia a melancolia e falava de amor numa batida calma e erudita.
Na segunda metade do século XIX, surge o Choro ou Chorinho, a partir da mistura do lundu, da modinha e da dança de salão européia. Em 1899, a cantora Chiquinha Gonzaga compõe a música Abre Alas, uma das mais conhecidas marchinhas carnavalescas da história.
Já no início do século XX começam a surgir as bases do que seria o samba. Dos morros e dos cortiços do Rio de Janeiro, começam a se misturar os batuques e rodas de capoeira com os pagodes e as batidas em homenagem aos orixás. O carnaval começa a tomar forma com a participação, principalmente de mulatos e negros ex-escravos. O ano de 1917 é um marco, pois Ernesto dos Santos, o Donga, compõe o primeiro samba que se tem notícia : Pelo Telefone. Neste mesmo ano, aparece a primeira gravação de Pixinguinha, importante cantor e compositor da MPB do início do século XIX.

Chiquinha Gonzaga

Ô Abre Alas que eu quero passar...
Por volta de 1899, Chiquinha mudou-se para o bairro do Andaraí. Lá, os cordões carnavalescos faziam grande sucesso, agremiando moradores e foliões de diversos cantos da cidade. Um dia, em sua casa, ao ouvir despreocupadamente os ensaios do cordão Rosa de Ouro, sentou-se ao piano e compôs uma marcha em homenagem ao grupo. Assim nasceu a primeira música de carnaval. Até então, nenhum compositor havia elaborado uma composição para um cordão carnavalesco, o que existia eram estribillhos populares, sem melodia elaborada Edinha Diniz, (op.cit. p.186). A marcha Ô Abre Alas tornou-se o seu maior sucesso e é tocada até hoje em todos os bailes carnavalescos.

http://www.bn.br/fbn/musica/chabre.htm
Projeto "Toligado na Cultura"
alunas: Bruna Haluê Oshita nº 08, Viviane Cardoso, nº 38. 3A EE Nicola Mastrocola. Projeto: Tôligado na Cultura. Disciplina de Sociologia.

“CULTURA”

O Que é Cultura? Noção de cultura como modo de vida: a cultura corresponde ao modo de vida de um povo ou nação, constituindo e expressando o seu modo de sentir, pensar e agir.
Esta concepção parte do princípio de que todos os povos ou grupos étnicos possuem cultura de que nenhuma cultura é superior à outra, colocando em foco as questões da diversidade cultural e da igualdade de direitos para as diferentes culturas.
“Cultura de Massa”
Como conseqüência das tecnologias de comunicação aparecidas no século xx, e das circunstâncias geopolíticas configuradas na mesma época, a cultura de massa desenvolveu-se a ponto de ofuscar os outros tipos de cultura anteriores e alternativos a ela. Antes de haver cinema, rádio e tv falava-se em Cultura Popular, em oposição à cultura erudita das classes aristocráticas; em cultura nacional, componente da identidade de um povo; em cultura clássica, conjunto historicamente definido de valores estéticos e morais; e num número tal de culturas que, juntas e interagindo, formavam identidades diferenciadas das populações. Uma das características da Cultura em Massa, é a música. Como nos dias de hoje a música “sertaneja” não é mais como as músicas de antigamente conhecidas como “músicas de raiz”.
Um outro exemplo de música, destaca-se o “Estilo Funk”. O funk carioca é uma manifestação cultural com origem nos morros e favelas do Rio de Janeiro que mistura sons ritmados com dança livre. Os sons ritmados são produzidos eletronicamente por um aparalho denominado Sampler e locutados por pessoas que criam de improviso frases com dizeres de linguagem vulgar, muitas vezes utilizando expressões consideradas como obscenas pela população, além de códigos eróticos. Os ouvintes comumente criam danças livres com movimentos extravagantes e libertos de pudor, em que encenam de forma regular práticas sexuais.
Além do Rio de Janeiro, esses sons são comumente criados também em populações de baixa escolaridade por todo Brasil.
São comuns shows de bailes funks no Rio de Janeiro. Algumas são inclusive organizadas por traficantes que aproveitam para comercializar abertamente drogas ilícitas. Além do comércio aberto de drogas, podem ocorrer também práticas sexuais durante algumas danças (possivelmente Orgias) e lutas corporais em grupos. Logo após a origem destes bailes funks, ventilou-se que o Ministro da Saúde teria percebido um forte aumento na taxa de fecundidade em adolescentes que frequentaram bailes nas favelas.
fonte: www.wikipedia.com


Trabalho "Toligado na cultura". 3C
Gustavo Henrique Porto nº 17, Stephanie Lee Basile Barboza nº 36. 3º C.
Projeto "Tôligado na cultura" disciplina de Sociologia. Responsável: Professora Maria Cristina Bortolozo de Oliveira Martins
"Cultura de Massa"

*Conhecimento à respeito a organização, produção do homem. *O que se faz ao enfrentar a natureza? Se considerarmos natureza como "fome". Pensaríamos em ligar para algum
lugar? Em fazer algo para comer? Ou mesmo comer "larva"? A partir do momennto em que o homem se diz ser pensativo, ser humano a partir do surgimento da escrita; vem então o seu alto conhecimento e a vontade de querer conhecer o desconhecido.
Sua primeira tecnologia igual a fala, emissão do som, código de comunicação que surgindo assim encontros de idéias.
Sim, surgiu vários grupos com diferenças culturais, vários modos, vários conhecimentos, milhares de idéias; tendo como conclusão que cultura é algo móvel.
Com cada grupo diferente um do outro, tem também as contras-idéias, críticas uns dos outros e até mesmo "brigas". Podendo dizer que surge a cultura de massa.
Definindo como cultura que não se foi aceita, que pode até ter seu "sucesso", porém entra algo que impessa seu valor: cultura dominante.
Então entra outras em seu lugar, formando assim o algo misto, algo aceito, porém jamais com sua grande força que havia de ser se fosse com seu total natural.
Como exemplo a cultura serteneja que por muitos motivos não foi aceita, pois em seu lugar entrou o cowtry (cultura americana) e formar hoje o grande conhecimento deste.

Música: TOCANDO EM FRENTE (Autores: Almir Sater e Renato Teixeira, Intérprete: Almir Sater)
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir
É preciso chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
E cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
E cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz...

*Você classificaria essa música em que classe da música?
Tabalho das alunas do 3o. C
Nome: Nayara Mayra Messias nº 29, Thais Cristiane Fávero nº 37, Fernanda Souza nº 13, Flávia Roberta nº 14, 3ºC, Projeto "Tôligado na cultura", Professora Maria Cristina Bortolozo de
Oliveira Martins, Disciplina: Sociologia.

Cultura Popular

Em várias cidades se promovem festivais com danças e comidas típicas.
Em cada região deste tentam preservar o que é de sua cultura. Quando se fala na "invasão estrangeiras" nos costumes e festas populares, logo surge o carnaval, dizem que ele está acabando que as grandes escolas de samba já é perderam muitas de suas características básicas, quando abriram suas portas para os figurinistas, coreográfos e músicos profissionais.
O carnaval carioca poderia descaracterizar também outras festas populares como
bumba-meu-boi, acongada, e folia dos reis, mas não é verdade porque antes de
mais nada é preciso entender o que vem a ser realmente folclore.
O folclore é como uma manifestação de cultura espotânea, uma cultura que existe em todos nós. Para mim, folclore é a ciência sócio-cultural que estuda a cultura espontânea do homem na sociedade do homem na sociedade letrada. Mas cultura no seu sentido mais amplo, que inclui
manifestações espirituais e materias.
As festas populares são manifestações bastante antigas. Surgiram praticamente quando o homem deixou de ser um simples coletor de alimentos e passou a produzi-los cultivando a terra.
O folclore artificial reconhece folclore das festas ciclicas que a principal manifestação do ciclo a festa de reis dia 06 de janeiro.
Ainda dentro do ciclo de verão aparecem festas como o carnaval o enterro de ossos e micareta, uma manifestação que procurou se introduzir no sul do país com o nome de micareme, um sucesso.
O número de festas do ciclo de inverno já é bem menor: as festas juninas (São João, Santo Antônio e São Pedro) e as de Santa Cruz, já bastante decadentes encontradas somente na região de Tatuí no estado de SP.
Quase tudo gera em torno do fogo e o costume de se tirar a sorte, prevendo o futuro, aparece nas mais diversas áreas culturais brasileiras.
Na verdade, de região para região, o que muda são os tipos de comidas e bebidas. Enquanto no Amazonas come-se carne de boi, tartaruga e frutas, em Goiás prefere-se a paçoca de carne, o milho verde, o pé-de-moleque e a mandioca.
Já as festas para Santo Antônio e São Pedro não são tão concorridas e quem ainda as comemora não o faz com muito entusiasmo.

Fonte: Autora: Inezita Barrozo. Defesa da cultura Nacional: 2º Edição, SP. 1982, Produzido: Banco Auxiliar.

Trabalho do 3o.B Projeto Tôligado na cultura
Alunas: Tatiana da Silva Rodrigues, nº 35 e Joyce Marcelino dos Santos, nº 16, 3ºB, EE Nicola Mastrocola, Professora: Maria Cristina, disciplina: Sociologia. Projeto "Tôligado na Cultura"

A Literatura de Cordel como expressão da cultura popular

Cultura popular: O povo tem seus princípios e movem-se de acordo com eles. Assim, o povo forma sua própria cultura, que reflete suas idéias. Ao contrário da chamada cultura de massa, a cultura popular tem suas raízes nas tradições, nos princípios, nos costumes, no modo de ser. Por exemplo, a arte de um povo, literatura que um povo produz, reflete suas qualidades, diferentes das de outros povos.

A Literartura de Cordel
A Literatura de cordel tem esse nome devido à forma como são expostos e vendidos os folhetos (pendurados em cordões de barbante) nas praças, mercados, feiras etc. Essa denominação foi dada pelos intelectuais, porém o povo se refere à literatura de cordel apenas como folheto.
Esse tipo de literatura ocorre nas cidades do interior, mas principalmente no Nordeste brasileiro, onde mantiveram-se o costume e o nome, e os folhetos são expostos pendurados por pregadores de roupa.
A literatura de cordel tem origeem na Europa. Existe desde os tempos medievais na Península Ibérica, no século XVI. Nesse tipo de manifestação o povo canta os costumes, as crenças ou personagens, em versos acompanhados de viola. O poeta popular é o representante do povo.
Muitos autores de folhetos eram também cantadores, que viajavam por vilarejos, fazendas e cidades do sertão, cantando versos improvisados.
Os temas da literatura de cordel podem ser: histórico, heróico, maravilhoso, religioso ou moral, e satírico.
As estrofes são organizadas em sextilhas e os versos podem ter 6,7,8,10 ou 12 sílabas, os mais comuns são os de 7 sílabas. O esquema de rima é: ABCBDB, como nós podemos ver na obra Coco-Verde e Melancia, de José Camelo de Melo Resende:
Coco-Verde e Melancia
É uma história que alguém
Quer sabê-la, mas não sabe
O começo de onde vem,
Nem sabe os anos que faz,
Pois passam trinta de cem.
Atualmente, a literatura de cordel não tem um bm mercado no Brasil, mas na década de 50 foram vendidos muitos folhetos (mais de 2 milhões).
A literatura de cordel influenciou muitos escritores nordestinos como: Guimarães Rosa, João Cabral de Melo, Ariano Suassuna e José Lins do Rego.

Grandes cordelistas: Apolônio Alves dos Santos, Arivaldo Viana de Lima, Elias A. de Carvalho, Francisco das Chagas Batista, Francisco Sales Arêda, Gonçalo Ferreira da Silva, José Camelo de Melo Resende, Manoel d'Almeida Filho, Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva), Silvino Pirauá, Leandro Gomes de Barros, entre muitos outros.

Fontes consultadas:
FEDELI, Orlando. Cultura popular, cultura de elite, cultura de massa.

CURRAN, Mark J. A página editorial do poeta popular. Revista Brasileira de Folclore, RJ, a.12, n.32, p.5-6, jan/abr 1972.
VILA NOVA, Sebastião L.C. Recife: IJNPS. Instituto de Pesquisas Sociais, 1976 (Folclore) www.fundaj.gov.br
Aluna: Aline Garcia Vicente, nº: 02, série: 3ºB. disciplina: Sociologia
nome da professora: Maria Cristina, projeto "Toligado na cultura"

Folclore

Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes, lendas, tradições e festas populares transmitidos por imitação e via oral de geração em geração.

História
O termo folclore (folklore) aparece pela primeira vez cunhado por Ambrose Merton - pseudônimo de William John Thoms - em uma carta endereçada à revista The Athenaeum, de Londres, onde os vocábulos da língua inglesa folk e lore (povo e saber) foram unidos, passando a ter o significado de saber tradicional de um povo. Esse termo passou a ser utilizado então para se referir às tradições, costumes e superstições das classes populares. Posteriormente, o termo passa a designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes, dando ao folclore o status de história não escrita de um povo.

À medida que a ciência e a tecnologia se desenvolveram, todas essas tradições passaram a ser consideradas frutos da ignorância popular. Entretanto, o estudo do folclore é fundamental de modo a caracterizar a formação cultural de um povo e seu passado, além de detectar a cultura popular vigente, pois o fato folclórico é influenciado por sua época.

No século XIX, a pesquisa folclórica se espalha por toda a Europa, com a concientização de que a cultura popular poderia desaparecer devido ao modo de vida urbano. O folclore passa então a ser usado como principal elemento nas obras artísticas, despertando o sentimento nacionalista dos povos.

Características do fato folclórico

Para se determinar se um acontecimento é folclórico, ele deve apresentar as seguintes características: Tradicionalidade: vem se transmitindo geracionalmente. Oralidade: é transmitido pela palavra falada. Anonimato: não tem autoria. Funcionalidade: existe uma razão para o fato acontecer. Aceitação coletiva: há uma identificação de todos com o fato.
Vulgaridade: acontece nas classes populares e não há apropriação pelas elites. Espontaneidade: não pode ser oficial nem institucionalizado.
As características de tradicionalidade, oralidade e anonimato podem não ser encontrados em todos os fatos folclóricos como no caso da literatura de cordel, no Brasil, onde o autor é identificado e a transmissão não é feita oralmente.

Campos do Folclore:música, danças e festas, linguagem, usos e costumes, brinquedos e brincadeiras, lendas, mitos e contos, crenças e superstições, arte e artesanato

Música
Caracteriza-se pela simplicidade, monotonia e lentidão. Sua origem pode estar ligada a uma música popular cujo autor foi esquecido ou pode ter sido criada espontâneamente pelo povo. Observa-se a música folclorica sobretudo em brincadeiras infantis, cantos religiosos, ritos, danças e festas. São exemplos:cantigas de roda; Ciranda cirandinha,acalantos; modinhas; cantigas de trabalho; serenatas; cantos de velório; cantos de cemitério.

Danças e festas
As danças acompanham as músicas em vários rituais folclóricos, sendo as principais danças folclóricas brasileiras samba, baião, frevo, xaxado, maracatu, tirana, catira, quadrilha.As principais festas são Carnaval, Festas juninas, Festa do Rosário e Congado.

Linguagem
As principais manifestações do folclore na linguagem popular são as seguintes: Adivinhações (também chamados de adivinhas). Consistem em perguntas com conteúdo dúbio ou desafiador. Exemplos de adivinhas 'O que é o que é???'

1. Está no meio do começo, está no começo do meio, estando em ambos assim, está na ponta do fim?
2. Branquinho, brancão, não tem porta, nem portão?
3. Uma árvore com doze galhos, cada galho com trinta frutas, cada fruta com doze sementes?
4. Uma casa tem quatro cantos, cada canto tem um gato, cada gato vê três gatos, quantos gatos têm na casa?
5. Altas varandas, formosas janelas, que abrem e fecham, sem ninguém tocar nelas?
Respostas:
1. A letra M
2. Ovo
3. Ano, mês, dia, hora
4. Quatro
5. Olhos

Parlenda: são palavras ordenadas de forma a ritmar, com ou sem rima.
Provérbios: ditos que contém ensinamentos. Dinheiro compra pão, mas não compra gratidão. A fome é o melhor tempero. Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão. Pagar e morrer é a última coisa a fazer.
Quadrinhas: estrofes de quatro versos sobre o amor, um desafio ou saudação.
Piadas: fatos narrados humorísticamente.
Piada ou Anedota é uma história curta de final geralmente surpreendente e engraçado com o objetivo de causar risos ou gargalhadas (ou sensação de) no leitor ou ouvinte. É um tipo específico de humor que, apesar de diversos estilos, possui características que a diferenciam de outras formas de comédia. Joãozinho é um nome genérico que se utiliza em piadas que envolvem um garotinho que faz perguntas ou comentários que provocam espanto em adultos. Esse é o nome utilizado no Brasil e em Portugal, mas esse contexto de piada também é utilizado em outros países. Há uma variação, que é Juquinha. Os nomes mais populares são: Little Johnny (Estados Unidos), Jaimito (Espanha), Pepito (México), Vovochka (Rússia), Pepícek (República Tcheca), Pierino (Itália) e Toto (França).

Literatura de Cordel: livrinhos escritos em versos, no nordeste brasileiro, e pendurados num barbante (daí a origem de cordel), sobre assuntos que vão desde mitos sertanejos às situações social, política e econômica atuais.
Frases prontas: frases consagradas de poucas palavras com significado direto e claro.
Frases de pára-choque de caminhão: frases humorísticas ou religiosas que caminhoneiros pintam em seus pára-choques.
Trava-Língua: É um pequeno texto, rimado ou não, de pronunciação difícil.

Usos e costumes: Neste campo inclui-se ítens à respeito da alimentação, cultivo, vestuário, comportamento etc, de um povo de uma região.

Brinquedos e brincadeiras:Os brinquedos são artefatos para serem utilizados sozinho, como a boneca de pano, o papagaio (pipa), estilingue (bodoque), pião , arapuca , pandorga e etc.

As brincadeiras envolvem disputa de algum tipo, seja de grupos ou individual, como o pega-pega, bolinha-de-gude, esconde-esconde, etc.

Como por exemplo pipa: é um instrumento feio com papel seda, e hastes de madeira, contendo uma rabiola, fio com várias fitas, e outro fio, se empina a pipa para um lado onde houver vento, e a solta com a ajuda do vento e da rabiola ela sobe em direção ao céu. Mas cuidado: não use cerol.

Lendas, mitos e contos: Lenda é uma narração fantasiosa sobre um fato real. São exemplos de lendas brasileiras:Negrinho do Pastoreio(Sul);
A lenda do Uirapuru (Norte); A lenda da Nossa Senhora das Graças (Sudeste); A lenda da vitória régia;

Mito é uma história em torno de algo irreal, como:Boitatá, Caipora, Chupa-Cabras, Curupira, Mula-sem-cabeça, Ralã-barrão, Saci-Pererê.

Crenças e superstições
Sabença: sabedoria popular utilizada na cura de doenças e solução de problemas pessoais através de benzeduras.
Crendice: crença absurda, também chamada de ablusão.
Superstição: explicações de fatos naturais como consequências de acontecimentos sobrenaturais.
Arte e artesanato: Compreende uma ampla área, que se estende desde a culinária até o artesanato propriamente dito. Baseiam-se em técnicas rudimentares de produção e utilizam-se de matéria-prima natural como madeira, ossos, couro, tecido, pedras, sementes, entre outros.
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